Brasil apresenta maior queda de salários dos países do G-20

Com quedas consecutivas em 2015 e 2016, o país vive um cenário de crise na economia

Uma queda considerável e significativa foi divulgada pela Organização Internacional do Trabalho e que preocupa o brasileiro, a maior queda de salários no que se refere a reais dos países que fazem parte do G-20 no ano de 2016. Em 2015, o Brasil esteve entre os países que mais perderam em todo o mundo, reflexo para as más administrações em todas as esferas do país.

O G-20 para melhor entendimento é a abreviatura para Grupo dos 20. Um grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Européia.

Sobre salários, o do brasileiro para o ano que vem 2017, foi aprovado em 7,48% percentual considerado baixo, mas que em um ano turbulento e de crise representa um aumento de mais de 65 reais. O novo piso salarial deve subir de R$ 880 para R$ 945,80.  Os dados levantados pela OIT são publicados de dois em dois anos e revelam as variações salariais pelo mundo. Em números, em 2015 o Brasil perdeu quase 4% e nesse ano de 2016 mais de 6%.

No ano de 2015, os três países do G-20 que apresentaram quedas salariais consideráveis foram Rússia, Ucrânia e o Brasil que ocupava o terceiro lugar no ano. Em 2016, com o cenário atual de reformulações, impeachment e crises econômicas, o Brasil ocupou o topo negativo e o título de nação com maior queda salarial. Já os outros dois países registraram estabilidades de seus salários, diferente do ano de 2015 marcado por conflitos.

O país não cresceu em 2015, por isso o reflexo em todas as áreas da economia e o reajuste dos salários de muitos cidadãos, caso dos aposentados o piso e as aposentadorias maiores terão só o reajuste da inflação. O índice usado na correção dos benefícios é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

A representante da OIT expõe que a desaceleração de renda apresenta impacto nas famílias e que a economia sente com essa redução de consumo, o que pode provocar uma “erosão” econômica.

Não se sabe como será o ano de 2017, sem perspectivas e prognósticos de como lidar com essa situação, sabemos que o mercado de trabalho anda caótico, o desemprego e o aumento de preços cresce consideravelmente e que um certo tempo será preciso para que as contas e a casa seja colocada em ordem.

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